Objetivo de Vida(PARTE 2)
Em meio aos desfiladeiros se encontrava uma região perigosa. Os Pântanos de Zuleimar, terra do povo-verme, desprezados por todos pela aparência e ele suspeitava pelo cheiro, eram também mestres da furtividade e assassinato.
Sem pernas. Sem braços. Mas de mente afiada, os vermes eram a escolha perfeita pra espionagem e infiltração. E o que era melhor, mostre um pouco de respeito e eles o servirão fielmente pois para um povo que não possui tal coisa, respeito vale mais que ouro.
Grauf só precisava convencer o Verme Pai. Líder da tribo ele nunca havia sido convencido a ajudar quem fosse, embora quase nunca tenham ouvido tais pedidos.
A tribo de Grauf sabia pois era menos adepta de preconceitos inúteis. Pois bem, já andava no território a meia hora quando finalmente foi abordado.
Parecia um tronco boiando mas era um deles, sem dizer nada acenou a direção com a cabeça....chegou a caverna depois de mais uma hora, e ele andava, imagine vir se arrastando. O Verme Pai estava em meio a sua gente. Maior que todos os outros ele parecia ameaçador, talvez por isso não era muito visto a céu aberto, sutileza não era seu forte.
Ouviu a proposta, matar um rei, respeito para toda uma vida. Mas havia mais, de dentro das vestes Grauf retirou um velho pergaminho, lá em letras antigas e desenhos rudimentares estava a maior cobiça da tribo dos vermes.
A Verme Mãe estava presa abaixo do Palácio de Jagan, eles iriam soltá-la. Glória a Verme Mãe! Glória a Grauf, o Libertador!
Grauf sorria...
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